sexta-feira, 16 de maio de 2014

Dia 31 de Maio, sábado venha se revitalizar junto à Natureza e aprender sobre Flores Comestíveis!

Todos são muito bem vindos para se revitalizarem junto à natureza e aprender um pouco sobre as flores comestíveis.


SE INSCREVAM devido ao almoço que precisamos saber quantos vão participar para que a esposa do Louis que é chef de cozinha, possa fazer a comida na medida certa.



terça-feira, 13 de maio de 2014

GPS vai ajudar pesquisadores a mapear nascentes do Rio Belém

Projeto de mestrandos da PUCPR vai georreferenciar nascentes de dois trechos do mais curitibano dos rios, degradado pela poluição.

 



  
Como despoluir um rio que recebe lixo e esgoto clandestino há quase 300 anos, como o Belém – o mais curitibano dos rios da capital? Para os alunos do programa de mestrado em Gestão Urbana da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), o primeiro passo é mapear e proteger suas nascentes e afluentes, mesmo os menores e de difícil acesso.


Jonathan Campos/Gazeta do Povo / Localizar as nascentes do rio é a primeira etapa para preservá-las
Localizar as nascentes do rio é a primeira etapa para preservá-las



http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=1468359&tit=GPS-vai-ajudar-pesquisadores-a-mapear-nascentes-do-Belem

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Dia de Floresta APAVE com Curso de Flores Comestíveis

 Todos são muito bem vindos

SE INSCREVAM devido ao almoço que precisamos saber quantos vão participar para que a esposa do Louis que é chef de cozinha, possa fazer a comida na medida certa!

 

 

 

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Reserva Biológica das Perobas: Um santuário das perobas-rosas no sul do Brasil no Estado do Paraná!




 Peroba-rosa, em risco na natureza, protegida na Reserva Biológica das Perobas. Foto: Antonio Cândido Guilherme da Silva (WikiParques).


 A Reserva Biológica é uma categoria incluída no grupo das Unidades de Conservação de proteção integral, onde é permitido apenas o uso indireto de seus atributos naturais. Elas pretendem preservar a biodiversidade de amostras de ecossistemas e só podem receber visitas públicas para fins educacionais.

A Rebio das Perobas foi criada em 2006 e se situa no bioma da Mata Atlântica, nos municípios de Cianorte e Tuneiras do Oeste.

Em suas trilhas, é possível avistar aves como araçaris, surucuás, urubus-reis, e jacupembas. Estas fazem parte do rol de 120 espécies de aves identificadas por pesquisadores.

A Rebio das Perobas sofre com a produção de cana de açúcar em seu redor, além da caça ilegal de queixadas, catetos, veados-mateiros e antas. No seu interior há também sinais de extração de palmito-jussara.


http://www.oeco.org.br/blog-do-wikiparques/28250-um-santuario-das-perobas-rosas-no-sul-do-brasil

Estudo sobre Planos Municipais de Saneamento Básico nas 100 maiores cidades





Novo estudo do Instituto Trata Brasil tem como objetivo mostrar, após 6 anos da Lei do Saneamento (Lei 11445 de 2007), quais das grandes cidades está cumprindo com os requisitos mínimos da Lei.
O resultado é preocupante, pois, pelas respostas conseguidas, 34% das cidades não conseguiram fazer seus Planos no prazo de 2013 (hoje postergado pelo Governo Federal para 2015) e somente 12% desses grandes municípios cumpriram todos os requisitos da lei.
Dos 66 planos informados, somente 34 deles contemplaram os 4 serviços do saneamento (água tratada, coleta e tratamento dos esgotos, coleta e destinação dos resíduos sólidos e drenagem das águas pluviais).

Saiba mais:

Diagnóstico da situação dos Planos Municipais de Saneamento Básico e da Regulação dos Serviços nas 100 maiores cidades brasileiras

Clique aqui e faça o download do estudo completo (em pdf)

Fonte: Instituto Trata Brasil https://www.facebook.com/InstitutoTrataBrasil

Produção de serviços ambientais – ônus ou bônus?
Nicholas Kaminski* - 09/04/14

IMG 3799Município de Piraquara, na barragem de Piraquara II, responsável por boa parte da água que abastece Curitiba e Região Metropolitana. Foto: Nicholas Kaminski

Desde pequenos, aprendemos sobre o valor dos recursos hídricos disponíveis no planeta e sua importância para a população humana. Porém, as ações voltadas para a manutenção deste bem precioso ainda são incipientes e carecem de políticas públicas. O exemplo mais recente é o novo código florestal e seu retrocesso na proteção dos mananciais.

Mas há propostas para virar esse jogo. Dentre elas, o Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) ganha mais visibilidade como opção frente à inoperância de políticas ambientais.
O Programa Condomínio da Biodiversidade e seus parceiros, no fim do ano passado, deram início a implantação de um programa de PSA. O Projeto ConBio Água atua na preservação dos recursos hídricos que abastecem a Curitiba e região metropolitana.

Durante o trabalho de campo, a equipe do ConBio visitou e conversou com proprietários que realizam atividades como agricultura tradicional, produção de orgânicos, laticínios, além de pequenas propriedades de lazer. Algo recorrente chamou atenção: para eles, áreas naturais são um ônus. Os donos se sentem penalizados por possuírem áreas de floresta e nascentes em sua propriedade, o que impede que utilizem todo o potencial "produtivo" do local.

Uma dádiva que vira um peso
"Para os proprietários, possuir um patrimônio natural tão precioso equivale à perda de dinheiro."
 

Todos sabem o preço da floresta derrubada, mas não perceberam que suas áreas naturais bem conservadas produzem bens valiosos: serviços ambientais.

Para os proprietários, possuir um patrimônio natural tão precioso equivale à perda de dinheiro. "De que adianta esse mato, se não dá pra tirar nada. O tempo bom já passou...", diz um morador, ao ser elogiado pela bela área de floresta, com nascentes e uma floresta com Araucárias, Imbuias e Canelas-Sassafrás. O "tempo bom" mencionado diz respeito ao ciclo da madeira no Paraná, ocorrido durante a primeira metade do século XX, no qual a floresta com Araucária foi praticamente dizimada.

Ao mesmo tempo em que os detentores das nascentes de água possuem esta visão, pagamos quantias consideráveis às empresas de saneamento para termos um produto "de qualidade" em nossas torneiras. Nestes valores estão embutidos impostos, bem como todos os custos para tratamento e despoluição da água.

O que hoje é bastante oneroso poderia ser barato no longo prazo, se, ao invés de remediar, tais valores também fossem investidos na prevenção. Seria muito mais estratégico e rentável para as empresas de abastecimento e saneamento proteger nascentes e mananciais, para que estes ofereçam água de boa qualidade por muito mais tempo, do que tratá-la a partir de parâmetros preestabelecidos. Exemplo como o de Catskills, em Nova Iorque, mostra a efetividade da proteção dos mananciais.

Claro que esta prevenção é complexa e onerosa num primeiro momento. É necessário restaurar ambientes, cercar APP's, adequar propriedades, estradas e investir em novas alternativas de produção e preservação do solo. Mas ao tratar de um benefício que afeta toda a população em longo prazo, um esforço conjunto reduziria enormemente os custos.

Mensalmente pago uma taxa à empresa de abastecimento de água de Curitiba. Esta taxa tem um piso mínimo de R$40,89 para o uso de 10m³, mesmo que meu consumo costume ser inferior a este volume. Sinto-me prejudicado, pois pago por algo que não utilizei. Por outro lado, estaria disposto a pagar mais para melhorar a qualidade da água na sua origem.

Se para cada um dos mais de 631 mil domicílios existentes na cidade, apenas 1% (cerca de 40 centavos de real) fosse destinado a um fundo para Pagamento de Serviços Ambientais ou apenas para ações de proteção e preservação das nascentes e mananciais, imaginem o bom resultado no longo prazo que esta ação poderia gerar. Os recursos financeiros poderiam ser destinados, por exemplo, a cercar e restaurar Áreas de Proteção Permanente, algo sempre carente de recursos; ou ser usados para premiar proprietários que cuidem bem de suas nascentes.

Mas a responsabilidade não é apenas das empresas de fornecimento de água - a proteção dos mananciais de água é dever de todos. Por exemplo, áreas bem conservadas e transformadas em RPPN, além de gerar maiores ganhos pelo PSA aos proprietários de terra, poderiam gerar ICMS ecológico aos municípios nos quais estão inseridos.

As soluções existem e parcerias podem ser construídas. Infelizmente, quase todas elas dependem de boa vontade política - essa tão rara quanto água de qualidade nas grandes metrópoles brasileiras.

*Nicholas Kaminski é Biólogo, Mestre em Engenharia Florestal e Técnico do ConBio

http://www.oeco.org.br/condominio-da-biodiversidade/28196-producao-de-servicos-ambientais-onus-ou-bonus